Desde que que cobri a NEX 2008, voltei a me interessar por videogames. Tinha parado no Super Nintendo, não acompanhei a evolução Nintendo 64/Game Cube/Playstation. Certo dia em 2007 resolvi comprar um PS2 e uma TV, mais para jogar Winning Eleven e ver uns filmes sem ter que usar o DVD da sala.
Nunca fui muito de acompanhar os últimos lançamentos, e acabava ficando só nos jogos de esporte mesmo (Afinal, um dos hits da diversão masculina deste início de século é campeonato de Pro Evolution Soccer). Fugi à regra com o Medal of Honor: Vanguard, arrastado por meses, mas que chegou ao final após incontáveis mortes na hora de lançar o derradeiro foguete.
Veio o PSP, e depois, no Panamá, o Wii. Aí comecei a acompanhar os lançamentos, tentar saber o que está saindo para tal console e tentar correr atrás do tempo perdido. Nessas, estão passando por aqui games que eu deveria ter jogado há dois, três anos, como Poderoso Chefão, Cães de Aluguel e Black no PS2, Patapon, GTA Vice City e Call of Duty de PSP.
Aí hoje finalmente terminei o God of War: Chains of Olympus, se bobear o game mais legal do PSP.

Pela primeira vez comecei e acabei um jogo em um período razoável de tempo, sem passar várias horas no console, mas jogando com uma certa frequência. Na maioria das vezes dou uma espiada para ver como é o jogo, aceito alguns desafios, mas quando começa a ficar difícil demais, acabo deixando de lado, voltando para as firulas dos craques da bola na telinha.
Vendo a conversa de Kratos com Atlas, depois os pés de Zeus e Atenas conversando sobre o futuro do “Fantasma de Esparta” dá para entender o que motiva gente de várias idades a passar horas em frente à tela, apertando botões pelo simples prazer de superar os desafios e chegar a uma surpresa no final (que geralmente é uma animação, mas mesmo assim você quer ter certeza e ver).
Agora estou esperando chegar a primeira compra que fiz na PontoGames, loja online com preços honestos (honestidade quando se fala em produtos pirateados é algo relativo…) e, segundo reviews, qualidade acima da média.
Enquanto o Wii ainda diverte (existe aquela teoria de que no período entre 3 meses e 1 ano você vai enjoar de ficar pulando na sala, querendo só sentar e jogar, como antigamente), o PSP segue como a alternativa para aquela jogadela rápida e o PS2 ainda dá suspiros de sobrevida, não entro na briga entre XBOX360 e o PS3. A mão coça, o bolso aperta, e a razão diz que ainda tem muito a se explorar nos DVDs com jogos que tenho aqui.