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Já viu aquele do…

E seguindo na linha Por que não pensei nisso antes, um cidadão teve a simples e brilhante idéia de reunir em uma página simples sua “definitiva” lista de links imperdíveis na internet.

Seguindo a teoria de que daqui a pouco ninguém mais vai contar piada, só indicar vídeos no Youtube – em vez de ‘Você conhece aquela do…’, hoje é mais comum ouvir ‘Você já viu aquele vídeo do…’ – este site é uma boa opção para perder algumas horinhas e não ser pego mais de surpresa quando comentarem algo.

http://www.youshouldhaveseenthis.com/

Estão lá a maioria dos clássicos:  Grape Lady, Chad Vader, Star Wars Kid, o susto do molequinho no jogo do labirinto, o David no dentista, citado há alguns posts. O site ainda conta com um bônus de vídeos NSFW (Not Safe For Work) ao final da página.

Pensando aqui, quais seriam os equivalentes brasileiros? Fiz um top 5 só para começar.

Jeremias

As árveres somos nozes

A propaganda de raspadinha do Costinha

A gaga de Ilhéus

Ruth Lemos

…e a lista seguiria, muito provavelmente, até 99.

People don’t videoclipe no more

Em 1997/1998, quando as maiores das minhas preocupações eram tirar solo do Nirvana na guitarra e dar um jeito de cabular aula de educação física no colégio, videoclipe era o que de mais legal existia no mundo. Ficar de minuto em minuto zapeando de canal para ver o que estava passando na MTV era uma das atividades favoritas, e cada vez que AQUELE clipe passava era como ver o gol do teu time no resumão da rodada domingo à noite.

Caras como Spike Jonze, Anton Corbijn, Michel Gondry, Hype Williams, Jonathan Dayton e Valerie Faris eram tão ou mais cool que vocalistas das bandas que eu gostava. Assistir a Hero of The Day, What’s Up Fatlip, Gotta Get Away, era o que fazia você querer uma câmera mais que qualquer coisa no mundo.

Hype Williams foi o cara que moldou esse conceito visual de rapper fodão, cercado de gostosas e carrões. Cores, muito brilho, explosões e câmera com lente olho de peixe foram por muito tempo sua marca registrada. Se ele tivesse feito só os clipes do Busta Rhymes, já mereceria todos os prêmios que ganhou, mas ele também fez clipes pro Jay-z, LL Cool J, TLC e mais recentemente tem feito quase todos os vídeos do Kanye West.

Saca só, um antigão:

E um novo.

O Spike Jonze dispensa apresentações. São dele SÓ:

Entre vários outros. O cara é ainda brilhante fazendo longas e outros vídeos, como esse aqui, a abertura de filme de skate mais legal que eu já vi:

Agora, quando eu vi Come to Daddy, minha cabeça deu um nó. Como é possível aquelas meninas com barba? A velhinha tomando um berro de um maluco que saiu da TV e tem a cara do Baraka? E aquela cor? Foi a primeira vez que eu me senti esquisito de verdade depois de ver um video.

Aí veio o Youtube. Festa, alegria, posso rever a hora que antes eu quiser os clipes que eu precisava ficar esperando a boa vontade algum estagiário da MTV. Mas aí parece que a facilidade acabou com a criatividade. Qual foi o último grande clipe brasileiro? Para mim foi esse aqui:

Daí pra cá, nada que chamasse muita atenção. Coloca a banda no palco, mostra umas imagens de bastidores da turnê, um casal bonitinho vivendo uma historinha e pronto. Mesmo lá fora. O último vídeo realmente legal foi esse:

É uma pena, assim como eu, mais gente se deliciava esperando as estréias dos clipes das suas bandas favoritas, e já gastou horas de conexão discada para baixar vídeos antes do Youtube.

Termino então com três dos meus clipes favoritos, torcendo para um dia esbarrar em algo que eu ache tão legal.

Mini me

Na hora de fazer um site, ou um blog, o primeiro pensamento é agregar um monte de widgets, enchendo a tela de parafernálias, muitas vezes até deixando de lado o conteúdo. É ferramenta do Flickr, comentário, twitter, RSS, tudo para fazer com que o leitor fique mais tempo ali no teu endereço.

Na contramão disso, um monte de gente já percebeu que menos é mais, deixando seus portifólios ou sites cada vez mais clean, o que facilita muito as coisas para quem está vendo.

Originado de algum link de sabe-se lá onde (provavelmente do Twitter), caiu na minha mão o endereço do Minimal Sites. Lá, alguém compila sites minimalistas, a maioria de agencias gringas e portifólios de artistas e designers.

minimalsites

Destaque bizarro para esse aqui, que vende marcadores de papel em branco (e deve ter gente que cai nessa).

Diversão para quem gosta de sites bem feitos e boa fonte de inspiração para designers.

Is this real life?

Enquanto preparo o próximo post, o vídeo da semana:

Os Arnold

O piloto de Anos Incríveis estreou na TV americana no dia 31 de janeiro de 1988, depois do Superbowl. Alguns anos depois, a série (então transmitida pela Cultura), acabou se tornando a que eu mais gostei e assisti na vida.

Acabei vendo todos os episódios na ordem certa, depois esporadicamente, nas reprises da Bandeirantes, do Canal 21 e do Multishow. Como um Chaves ou Chapolim, chega uma hora que tanto faz saber o que vai acontecer, é divertido e você acaba assistindo.

Para quem inacreditavelmente nunca cruzou com um episódio enquanto zapeava a TV, a série é centrada em um garoto, Kevin Arnold, dos seus 12 aos 18 anos (entre 1968 e 1973) e como ele cresce no subúrbio americano. Mostra sua amizade com o judeu alérgico Paul Pfeiffer (Marilyn Manson?), as brigas com o irmão Wayne, as questões de pais e filhos com Norma e Jack, e sua eterna paixão por Winnie Cooper.

Não tem nenhuma reviravolta no tempo espaço, não tem super-herói, não tem batalha no espaço, não tem vampiro, nada disso. Ainda assim é uma das séries de TV mais sensíveis e engraçadas já feitas.

A série ganhou 22 prêmios, entre eles o Emmy de Melhor Série de comédia em 88. Porém, nunca saiu em DVD, nem aqui, nem lá fora, por conta da grana de liberação das músicas que fazem parte da trilha (muita coisa da Motown + hits dos anos 60 em geral).

Até semana passada achava um barato quando pescava um episódio passando na TV. Até que achei um torrent de quase 15 GB, com as seis temporadas completas. Não está em excelente qualidade (algo como ripado de um VHS), mas dá para assistir numa boa.

Muxtape

O Muxtape, uma das ferramentas grátis mais legais dos últimos tempos está de volta. Depois de um ‘boom’ e uma treta com gravadoras que tirou o site do ar, o serviço voltou para tentar ser uma nova forma de divulgação de artistas.

A intenção do Muxtape é ser uma versão tecnológica das saudosas fitinhas, presente certo entre quem gostava pelo menos um pouco de música nos anos 90. Passar horas escolhendo a seleção exata, que músicas abrem e fecham que lado, qual sequência de faixas empolga mais ou menos, coisas que perderam parte do sentido com a popularização dos gravadores de CD e mais ainda com o hábito de organizar músicas em MP3 em impessoais pastas no computador.

Ainda que não seja a mesma coisa, o Muxtape agrada os saudosistas – como eu. Queria saber o que o Rob Gordon e o Barry acham do site.

Enfim, entra lá, monta sua seleção e depois manda no twitter, por e-mail ou deixa um comentário.

Ainda falando sobre música, um blog que traz à mente o pensamento “Por que não tive essa idéia antes?”: 1001 Albums You Must Hear Before You Die Project traz – até 2010 – todos os discos presentes no livro de Robert Dimery, resenhados e com link para download.

Felizmente o blog voltou depois de algumas reclamações por parte dos envolvidos, agora com uma mutreta para disponibilizar os links. Grande trabalho, RSS obrigatório.

Start, Select, Y, B, X, A

Desde que que cobri a NEX 2008, voltei a me interessar por videogames. Tinha parado no Super Nintendo, não acompanhei a evolução Nintendo 64/Game Cube/Playstation. Certo dia em 2007 resolvi comprar um PS2 e uma TV, mais para jogar Winning Eleven e ver uns filmes sem ter que usar o DVD da sala.

Nunca fui muito de acompanhar os últimos lançamentos, e acabava ficando só nos jogos de esporte mesmo (Afinal, um dos hits da diversão masculina deste início de século é campeonato de Pro Evolution Soccer). Fugi à regra com o Medal of Honor: Vanguard, arrastado por meses, mas que chegou ao final após incontáveis mortes na hora de lançar o derradeiro foguete.

Veio o PSP, e depois, no Panamá, o Wii. Aí comecei a acompanhar os lançamentos, tentar saber o que está saindo para tal console e tentar correr atrás do tempo perdido. Nessas, estão passando por aqui games que eu deveria ter jogado há dois, três anos, como Poderoso Chefão, Cães de Aluguel e Black no PS2, Patapon, GTA Vice City e Call of Duty de PSP.

Aí hoje finalmente terminei o God of War: Chains of Olympus, se bobear o game mais legal do PSP.

Pela primeira vez comecei e acabei um jogo em um período razoável de tempo, sem passar várias horas no console, mas jogando com uma certa frequência. Na maioria das vezes dou uma espiada para ver como é o jogo, aceito alguns desafios, mas quando começa a ficar difícil demais, acabo deixando de lado, voltando para as firulas dos craques da bola na telinha.

Vendo a conversa de Kratos com Atlas, depois os pés de Zeus e Atenas conversando sobre o futuro do “Fantasma de Esparta” dá para entender o que motiva gente de várias idades a passar horas em frente à tela, apertando botões pelo simples prazer de superar os desafios e chegar a uma surpresa no final (que geralmente é uma animação, mas mesmo assim você quer ter certeza e ver).

Agora estou esperando chegar a primeira compra que fiz na PontoGames, loja online com preços honestos (honestidade quando se fala em produtos pirateados é algo relativo…) e, segundo reviews, qualidade acima da média.

Enquanto o Wii ainda diverte (existe aquela teoria de que no período entre 3 meses e 1 ano você vai enjoar de ficar pulando na sala, querendo só sentar e jogar, como antigamente), o PSP segue como a alternativa para aquela jogadela rápida e o PS2 ainda dá suspiros de sobrevida, não entro na briga entre XBOX360 e o PS3. A mão coça, o bolso aperta, e a razão diz que ainda tem muito a se explorar nos DVDs com jogos que tenho aqui.

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